_________________Pedago hoje_________________

Atualidade,conhecimento,educação.Um pouco de atitude e sensibilidade na diferença de opinião, neste mundo de diversidade.

FELIZ PÁSCOA!

Hoje comemoramos a Páscoa...
Qual motivo desta data tão especial?
A quem comemore grandes vendas de chocolates, doces e até presentes inusitados...
Há aqueles que reservam o dia de hoje para almoçar em família, uma vez que diante desta vida corrida que levam não sobra tempo para isto.
Há aquele que por não ter família, encontra-se com os "amigos", nos bares da vida... e aproveita para não se sentir tão só e aquecer seu coração com o efeito das bebidas alcoólicas...

É triste pensar em todos os tipos de comemorações feitas no dia de hoje, pois bem sabemos que nem todas são alegres...
Digo isto não como uma crítica, pois quem sou eu para criticar algo que também comemoro!
Digo isso, para que todos possamos refletir, assim como eu, nos milhares de pessoas que ficariam felizes com apenas um sorriso desejando boa Páscoa. Hoje distribui esse meu desejo a todos em meu e-mail, celular, aos vizinhos, parentes e agora a todos que visitarem este blog.

Passei por uma senhora bem velhinha na rua, dei-lhe um bombom e desejei-lhe uma boa páscoa, os olhos dela encheram-se de lágrimas e ela me abriu um sorriso tão lindo, que também fiquei comovida. Ela não esperava esta atitude de uma pessoa estranha, o que a deixou mais feliz ainda. Não sei nada sobre a vida dela, se têm parentes, se vive sozinha ou não, o que me chamou a atenção, foi o seu caminhar de cabeça baixa, como quem procura algo, mas não sabe o que.
Falo de calor humano, coisa hoje perdida na correria do dia-a-dia. Passamos por pessoas conhecidas e nem as cumprimentamos. Passamos pelas mesmas pessoas todos os dias e nem notamos, se elas morressem ou desaparecessem, nem notaríamos sua falta.
Essa frieza, é que transforma corações em gelo, sem sentimentos além dos nossos próprios interesses.
Ao visitar uma cidade do interior de São Paulo, fiquei admirada, ao caminhar pelas ruas, todos me cumprimentavam, com bom dia ou boa tarde! Não os conheço, mas foram simpáticos mesmo assim... Talvez por isto vivam mais tempo, do que nós da cidade grande, tão grande que não conseguimos ver uns ao outros...

Mesmo assim...
Ainda acredito na ressureição que está data significa...
Ressurreição do Cristo em forma de amor nos corações da humanidade...

Beijos em todos os corações...
E uma feliz Páscoa a todos...


Regina Guerra.

FELIZ PÁSCOA!

ONDE ESTÁ A LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

Meus caros visitantes e amigos que compartilham deste blog.
Estou chocada com o acontecido em uma Escola Municipal do Rio de Janeiro, onde a barbárie pode ser vista no mundo inteiro.
Às vezes chego a me revoltar, com determinadas posturas em nosso país. Prega-se a liberdade de expressão, os direitos a palavra, seja ela usada em todas as formas de comunicação. Há tempos atrás tínhamos a chamada “censura", que era vista, sempre antes de qualquer programação exibida na TV. Com a modernidade e liberdade de expressão e devido a protestos etc., foi retirada... Mas, acredito que ela ainda exista, satisfazendo a vontade e necessidade de quem irá lucrar com isto.
Vocês devem estar se perguntando, a Regina está dando voltas, mais voltas e afinal o que ela quer dizer com todo esse blá, blá, blá?
Amigos, como dizia no inicio desta postagem, sobre liberdade de expressão, ao visitar alguns sites de informação e notícias, não resisti e no local reservado a comentários, postei o meu.
Lá, no final vinha um aviso, de que não seriam permitidos, palavrões, nem agressões...
E ao terminar minha postagem, vejo vetada a sua edição. Não citarei o nome da empresa de informações a qual postei, não seria ético, mas fiquei indignada, pois não havia palavrões ou sequer agressões, (se bem que existem determinadas opiniões que ferem á alguns), só foi aceita a minha postagem quando disse palavras doces de incentivo e sentimentais.
Isso me corroeu a noite inteira...
Acordei disposta a fazer algo. Em meu blog, posto o que me convém, ainda mais um blog em que deixo o livre arbítrio da palavra, da opinião e crítica.
É por isto que nosso país se encontra como está,” ACABA TUDO EM PIZZA”, ou seja, fica-se revoltado na hora, se discute muito as mudanças, mas quando chega uma nova notícia aquela cai no esquecimento, isso é a nossa mídia de audiência.
Fica aqui o meu protesto...

Esta foi o texto que postei e que não foi aceito:
Sou Professora e mãe... Chorei muito ao ver tamanha crueldade, com crianças, que se encontravam em um lugar "PROTEGIDO"!
Se gasta tanto, em coisas sem primeira necessidade, dinheiro esse NOSSO, pois nos é cobrado, através de cada conta que pagamos, cada serviço prestado, cada produto que consumimos, seja alimentício ou vestuário, sem contar outros...
A escola, lugar em que se prega a educação, a formação de um cidadão. Onde dentro da sala de aula, se forma uma nação, é palco de uma barbárie como esta...
Tragédia esta que poderia ter sido pior, caso não houvesse a interferência, de dois policiais, que agiram rápido impedindo a continuidade do massacre premeditado.
Imagine um pai ou mãe que leva pelas mãos seu filho até a escola e aguarda que entre, para ir embora, retornando para buscá-lo na hora da saída. Tudo com o cuidado para que nada o aconteça, pois acredita que dentro da escola estará seguro! E então se depara com seu filho, morto...
Cadê a segurança? Cadê nosso dinheiro empregado em promessas, na hora de escolhermos nossos representantes políticos?
Deveriam contratar um porteiro para cada escola deste país, pois além da segurança, da identificação e revista ao entrar na escola, ainda traria emprego para tantos desempregados...
Que Deus tenha pena de nossos filhos, de nossos alunos e de nossas escolas, daqui para frente!

Regina Guerra

ORAÇÃO DO PROFESSOR reflexão e fé

Oi, queridos blogueiros, desculpem meu silêncio…

Estava no corre-corre com a minha Formatura e Colação de Grau, agora que acabou estou de volta e cheia de disposição e criatividade para escrever..

Em homenagem a todos que como eu optaram em sua formação acadêmica, por serem pedagogos, educadores, posto esta linda oração. Não é minha e vale a pena ler e guardar, para que possamos rezar por uma educação melhor em nosso país e por profissionais que gostem do que fazem e assim ao abraçar esta profissão, sejam conscientes de que o futuro de uma nação passa por suas mãos…

por Regina Guerra


ORAÇÃO DO PROFESSOR



Dai-me Senhor, o dom de ensinar,

Dai-me esta graça que vem do amor.

Dai-me o dom de aprender.

Aprender a ensinar.

Que o meu ensinar seja simples,

Humano e alegre, como o amor.

De aprender sempre…

Que eu persevere mais no aprender

do que no ensinar.

Que minha sabedoria ilumine

e não apenas brilhe.

Que o meu saber não domine ninguém,

mas leve a verdade.

Que meus conhecimentos

não produzam orgulho,

mas cresçam e se abasteçam na humildade.

Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,

mas animem as faces de quem procura a luz.

Que a minha voz nunca assuste,

Mas seja a pregação da esperança.

Que aprenda que quem não me entende

precisa ainda mais de mim,

e que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.

Dai-me Senhor, também, a sabedoria do desaprender,

Para que eu possa trazer o novo, a esperança,

E não ser um perpetuador das desilusões.

Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender…

Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.

Autor: Antonio P. Schlindwein

DICA...

Estou colocando a disposição o blog do meu amigo e colega de faculdade,Diego, hoje também, pedagogo, o link de seu blog, que por sinal gostei muito. Tem dicas sobre filmes, reportagens etc. Visitem!

Regina Guerra

http://d.rodrigues.silva.zip.net

Oi Blogueiros amigos
A respeito da minha última postagem, procurei descobrir a edição e a reportagem da Revista Veja, que remetia aquela respostagem, sobre "aula cronometrada". Afinal, encontrei e posto agora, para que possamos entender melhor a resposta.
Regina

Edição 2170 / 13 de junho de 2010
Educação
Aula cronometrada
Com um método já aplicado em países de bom ensino,
o Brasil começa a investigar o dia a dia nas escolas

Roberta de Abreu Lima


Controle do tempo
Escola municipal no Rio de Janeiro: os cronômetros vão ajudar a entender as causas da evidente ineficácia na sala de aula

As avaliações oficiais para medir o nível do ensino no Brasil têm se prestado bem ao propósito de lançar luz sobre os grandes problemas da educação – mas não fornecem resposta a uma questão básica, que se faz necessária diante da sucessão de resultados tão ruins: por que, afinal, as aulas não funcionam? Muito já se fala disso com base em impressões e teoria, mas só agora o dia a dia de escolas brasileiras começa a ser descortinado por meio de um rigoroso método científico, tal como ocorre em países de melhor ensino. Munidos de cronômetros, os especialistas se plantam no fundo da sala não apenas para observar, mas também para registrar, sistematicamente, como o tempo de aula é despendido. Tais profissionais, em geral das próprias redes de ensino, já percorreram 400 escolas públicas no país, entre Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro. Em Minas, primeiro estado a adotar o método, em 2009, os cronômetros expuseram um fato espantoso: com aulas monótonas baseadas na velha lousa, um terço do tempo se esvai com a indisciplina e a desatenção dos alunos. Equivale a 56 dias inteiros perdidos num só ano letivo.
Já está provado que a investigação contínua sobre o que acontece na sala de aula guarda relação direta com o progresso acadêmico. Ocorre, antes de tudo, porque tal acompanhamento permite mapear as boas práticas, nas quais os professores devem se mirar – e ainda escancara os problemas sob uma ótica bastante realista. Resume a especialista Maria Helena Guimarães: "Monitorar a sala de aula é um avanço, à medida que ajuda a entender, na minúcia, as razões para a ineficácia". Não é de hoje que países da OCDE (organização que reúne os mais ricos) investem nessas incursões à escola. Os americanos chegam a filmar as aulas. O material é até submetido aos professores, que são confrontados com suas falhas e insucessos. Das visitas que fez a escolas nos Estados Unidos, o pedagogo Doug Lemov depreendeu algo que a breve experiência brasileira já sinaliza: "Os professores perdem tempo demais com assuntos irrelevantes e se revelam incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital".
Numa manifestação de flagrante corporativismo, os professores brasileiros chegaram a se insurgir contra a presença dos avaliadores dentro da sala de aula. Em Pernambuco, o sindicato rotulou a prática de "patrulhamento" e "repressão". Note-se que são os próprios professores que preferem passar ao largo daquilo que a experiência – e agora as pesquisas – prova ser crucial: conhecer a fundo a sala de aula. Treinados pelo Banco Mundial, os técnicos já se puseram a colher informações valiosas. Afirma a secretária de educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin: "Pode-se dizer que o cruzamento das avaliações oficiais com um panorama tão detalhado da sala de aula revelará nossas fragilidades como nunca antes". Nesse sentido, os cronômetros são um necessário passo para o Brasil deixar a zona do mau ensino.

Resposta à Revista Veja

Olá amigas e amigos blogueiros.
Recebi um email interessante, foi da minha sobrinha e amiga, que também é educadora. Como eu já disse em outra postagem, coloco neste blog, informações que me passam,que acho que vale a pena ser discutida ou repassada a outros. Esta é uma delas, repasso preservando o conteúdo da forma que me foi enviado.
Regina

Abaixo estou enviando uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja. Peço por favor que repasse a todos que conhece, é longa mas vale a pena ler.

RESPOSTA À REVISTA VEJA
Sou professora do Estado e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência. Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero. E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário. Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.

Abraços♥